quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Saudade perdida

Calado, mudo, recordo-me de ti.
Daqueles beijos suaves e doces
Que costumavamos dar por ai

Lembro o passado, tardes que perdi
Abraçados e mudos trocando meiguices
Até me dizeres que o fim era ali

Distância e saudade, dor, que eu senti
Na tua boca vejo labios que nem tu conheces
A provarem o doce e amargo sabor de quem ri

És do passado, vaga lembrança, ausente daqui
Posso sorrir já não me entristeces
Adeus, talvez um dia destes, te veja sozinha por ai...

Fernando Ramos 10-I-2008

3 comentários:

Alguemqueprocura disse...

As coisas boas ficam-nos semrpe gravadas na memória, e são sempre dificeis de esquecer. Mas tambem ás é melhor esquecermos as coisas boas porque nos perturbam ou trazem magoas.

Anónimo disse...

Seria tão diferente
Se os sonhos que a gente gosta não terminassem tão de repente...

Seria tão diferente
se os bons momentos da vida durassem eternamente...

Seria tão diferente
Se a gente de que a gente gosta gostasse um pouco da gente

Seria tão diferente
Se quando a gente chorasse fosse só de contente

Mas tudo é tão diferente!

Os sonhos de que a gente gosta terminam tão de repente

Os bons momentos da vida não duram eternamente

A gente de que a gente gosta nem sempre gosta da gente

E o choro nem sempre é de contente

Mas poderia ser tão diferente!

"Feliz aquele que acredita em seus sonhos, pois só assim poderá realizar seus voos plenamente"

Um grande beijo, minha saudade perdida. Sisa

gisela disse...

lindo! simplesmente fantastico,simples,profundo.....continua