Dediquei este poema a uma amiga.
Sou a verdade que vive só em mim
Corpo imundo que vagueia sem razão
Que vive a vida para morrer no fim
Tentando perdoar e querendo o perdão
Amor de criança que um dia senti
Doce tormento que nunca esqueci
Amigo perdido nos braços que amei
Amor traido nunca mais te encontrei
Sonhos... como são belos...
E quando acordamos, a dor que sentimos
Por ver este mundo em que existimos...
Vazio de emoção, plástico sem coração.
Vivemos no palco de ilusão
E, a verdade, é que no Teatro de mentira
Somos todos mais verdadeiros
Que a verdade na realidade da vida.
Fernando Ramos 19-Ago-2008
terça-feira, 19 de agosto de 2008
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