segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Vida

Canta um choro de poeta
Num sonho incerto mergulhado,
Vozes e sons chamando, desesperando
Ajuda, que vem de parte incerta.

Corta as veias ao mundo e desperta!
Cantam murmurios aflitos de afogado.
O negro das ruas e pessoas gritando
Letras, num papel de cor incerta

Esconde ideias do mundo que te chama,
Grita! Foge! Supera-te! Vence! Adormece...
Canta uma canção que entristece...

Acorda de subito saltando da cama,
Mergulha na multidão que te aquece...
Vive vivendo esperando. O futuro, Acontece.

Fernando Ramos 21-10-2007

terça-feira, 9 de outubro de 2007

...

Coitados daqueles que não sentem tristeza de vez em quando, pois nunca conseguirão dar valor à felicidade.