Acordei numa manhã de nevoeiro à beira-mar
Sem perceber que as ondas s'tavam a beijar
O corpo perdido de um viajante esquecido
Que veio de um mundo nunca conhecido
Eu que viajava pelos sonhos da vida
Tentando descobrir a certeza das coisas
Acordei p'la primeira vez, e posso dizer,
Que a vida sem sonhos, é uma mentira de viver.
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1 comentário:
Quem é que garante que a própria vida não seja um sonho? (dá-lhe Descartes!)
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