quinta-feira, 12 de julho de 2007

Viagem.

Acordei numa manhã de nevoeiro à beira-mar
Sem perceber que as ondas s'tavam a beijar
O corpo perdido de um viajante esquecido
Que veio de um mundo nunca conhecido

Eu que viajava pelos sonhos da vida
Tentando descobrir a certeza das coisas
Acordei p'la primeira vez, e posso dizer,
Que a vida sem sonhos, é uma mentira de viver.

1 comentário:

Gaius disse...

Quem é que garante que a própria vida não seja um sonho? (dá-lhe Descartes!)